3 dicas para lidar com os sintomas da andropausa

3 dicas para lidar com os sintomas da andropausa

Os sintomas da andropausa (termo criado em analogia à menopausa) provocam uma considerável queda no desempenho físico e mental dos homens. A condição, decorrente da diminuição na produção de testosterona (o hormônio masculino),costuma ocorrer após os 40 anos de idade.

Neste artigo, falamos mais sobre a deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM) — mais conhecida como “menopausa masculina”. Mostramos, também, qual é o especialista mais capacitado para lidar com a condição. Confira!

Como ocorre a redução da testosterona?

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM),a testosterona baixa afeta, de forma leve a moderada, cerca de 25% dos homens. Os sintomas da andropausa começam a surgir com a redução (1% a 2% ao ano) dos seus níveis, intensificando-se gradualmente. Com isso, uma parcela significativa da população masculina idosa apresenta taxas de testosterona inferiores aos limites mais baixos presentes nos adultos jovens.

No entanto, uma vez que a queda na produção hormonal evolui lentamente, estendendo-se por décadas, suas manifestações podem passar despercebidas. Outras vezes, ainda que gerem sintomas, estes podem ser inespecíficos.

E quais são os sintomas da andropausa?

Em geral, a deficiência androgênica leva à perda de massa e força muscular, acompanhada do aumento da gordura corporal e da perda de massa óssea (osteoporose). Outros possíveis sintomas da andropausa são o cansaço, a diminuição da libido (desejo sexual),a disfunção erétil e as mudanças de humor, podendo causar de irritabilidade e desânimo à depressão. Algumas vezes há, ainda, alterações na pele, que se torna mais ressecada, assim como a diminuição dos testículos e o inchaço dos mamilos.

E tem mais. A condição também está relacionada à síndrome metabólica, a qual faz pâncreas a produzir mais insulina, aumentando o risco para o diabetes e as doenças cardiovasculares.

Qual médico é especialista em envelhecimento masculino?

Considerando que a andropausa surge em uma fase de diminuição do ritmo pessoal e profissional, muitos julgam que seus sintomas estão relacionados a fatores externos. Outras vezes, acredita-se que sejam decorrentes de doenças prevalentes na população mais velha. Por isso, é difícil distinguir, com exatidão, suas verdadeiras causas.

Nesses casos, o especialista mais indicado para chegar ao diagnóstico preciso é o urologista especialista em andrologia. Para isso, além de fazer uma anamnese aprofundada, considerando os sintomas presentes por períodos significativos, ele solicita exames laboratoriais de avaliação hormonal. Esses costumam incluir as dosagens de testosterona total e livre, bem como do hormônio luteinizante, prolactina e proteína SHBG.

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Como lidar com a andropausa — a “menopausa masculina”?

Existem diversas formas de lidar com os sintomas da andropausa, cujas indicações variam conforme o quadro clínico individual. Conheça as principais recomendações médicas a seguir.

1. Reposição hormonal

reposição hormonal por via oral, injetável ou tópica (gel transdérmico) gera uma resposta rápida, aliviando, principalmente, sintomas relacionados à sexualidade e ao humor. Por outro lado, pode trazer efeitos adversos, como apneia do sono, aparecimento de acne e queda acentuada dos cabelos.

Além disso, é contraindicada para pacientes com hipertensão arterial, colesterol alto, entre outros problemas de saúde. Dessa forma, médico e paciente devem ponderar os prós e contras desse tipo de tratamento.

2. Tratamento das comorbidades

Quando a andropausa está associada a doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose, síndrome metabólica e/ou outras enfermidades, é preciso tratá-las adequadamente. Adotar as condutas terapêuticas adequadas para cada caso também ajuda a melhorar a sintomatologia, refletindo positivamente na saúde e bem-estar.

3. Melhorias nos hábitos de vida

Manter um estilo de vida saudável também ajuda (e muito) a aliviar os sintomas da andropausa. Para isso, recomenda-se:

  • alimentar-se de maneira saudável e equilibrada;
  • evitar o excesso de gorduras saturadas, açúcares e alimentos ultraprocessados em geral;
  • praticar exercícios físicos regularmente;
  • não fumar;
  • evitar bebidas alcoólicas;
  • buscar formas de aliviar o estresse.

Para concluir, o mais importante é não ignorar os sintomas da andropausa, considerando-as como ocorrências inevitáveis do envelhecimento, mas buscar sempre a ajuda especializada. Afinal, além de intensificar o problema, corre-se o risco de deixar eventuais comorbidades passarem despercebidas, agravando o quadro clínico.

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